Empregabilidade, pra que te quero?
Para nos colocarmos no mercado de trabalho é necessário
planejar e implantar o nosso marketing pessoal direcionado para o principal objetivo:
colocação no mercado de trabalho. Mas para isto temos que ter mais habilidades, saber
ouvir, ter obstinação, ser generalista, estar em aprendizado constante, ter espírito de
equipe, ser flexível e etc.. Inglês e Informática então, tornam-se obrigação.
Claro que muitas vezes para obter essas ferramentas é preciso muito sacrifício como:
participar de palestras e seminários na parte da noite, estudando aos sábados, muita
leitura e até mesmo esquecendo o domingo com a familia e amigos. Mas para que tudo
isso? Se por mais qualificada que a pessoa seja, ela não encontra a oportunidade de um
bom trabalho onde possa pôr em prática tudo que sabe; que lhe assegure a satisfação
das necessidades básicas ? Enfim, não são encontrados meios de retornar para si, todo o
investimento feito ao longo dos anos de estudo e preparo para enfrentar o mercado que a
cada dia se torna mais e mais exigente e competitivo. Então, surgem varias perguntas:
Para que estudei tanto?
Será a minha idade?
A minha raça ou cor?
Minha crença?
Minha aparência? Etc...
Assim como existem vírus mutantes, temos que nos adequar a todo momento, e estar abertos
à mudanças do mercado de trabalho. O conforto de um emprego estável, sem dúvida gera
segurança; mas, gera também acomodação. É hora de esquecer que um dia já
trabalhamos com carteira assinada, tivemos os nossos benefícios, chefes, cartão de ponto
e etc...
A realidade é que, temos que aceitar as mudanças que estão aí. Não aceitá-las,
faz-nos parecer com o avestruz, que com medo, esconde sua cabeça num buraco. Nos
escondermos no nosso mundinho não adianta, achando que, ele sim é o certo. Temos que nos
dar oportunidade, fazer o momento, e o principal: aprender a ousar.
Hoje o mercado de trabalho encontra-se retraído pelo momento político-econômico no qual
estamos vivendo e mais do que nunca a visão de mercado agora é outra. Precisamos sim:
estar prontos para ser gestores do nosso próprio trabalho.
Roberto Dominguez
Administrador de Empresas
Pós-graduado em Reengenharia e RH
Consultor em RH
rdominguez@infolink.com.br